Projeto Próximo Passo
Há 11 anos, o Programa Paradesportivo - Projeto Próximo Passo (PPP) vem investindo no esporte como instrumento facilitador de inclusão social, norteado pela missão de dirigir e fomentar o desporto para pessoas com diferentes tipo de deficiência.
Atualmente o IMG apóia 17 atletas e oferece treinamentos em natação e apoio a atletas de tênis de mesa e atletismo.
Em 2009, o IMG ficou entre os melhores clubes das Etapas Nacionais do Circuito Loterias CAIXA Brasil Paraolímpico de Natação com 28 medalhas de ouro, 11 de prata e 11 de bronze.
Modalidades
- Atletismo
Nesta modalidade participam atletas com deficiência física, intelectual e visual, em provas masculinas e femininas. Cada uma dessas competições tem especificidades de acordo com a deficiência dos competidores. As provas de atletismo se dividem em corridas, saltos, lançamentos e arremessos. Elas podem acontecer em campo e pista.
Para provas de campo - arremesso, lançamentos e saltosF – Field (campo)
Para provas de pista - corridas de velocidade e fundo
T – track (pista)
Curiosidade: Desde 1960, o atletismo faz parte do esporte paraolímpico. As primeiras medalhas conquistadas pelo nosso país nesta modalidade vieram em 1984, em Nova York e Inglaterra.
Conheça os atletas desta modalidade.
- Natação
Classificação
- S1 a S10 / SB1 a SB9 / SM1 a SM10 – nadadores com limitações físico-motoras.
- S11, SB11, SM11 S12, SB12, SM12 S13, SB13, SM13 – nadadores com deficiência visual (a classificação neste caso é a mesma do judô e futebol de cinco).
- S14, SB14, SM14 – nadadores com deficiência intelectual.
Curiosidade: Entre as 106 medalhas do Brasil nos Jogos, nada menos que 39 (36%) vieram das conquistas da natação.
Conheça os atletas desta modalidade.
- Tênis de mesa
O tênis de mesa tem sido um esporte paraolímpico desde os primeiro Jogos Paraolímpicos em Roma, 1960. Entretanto, atletas com deficiência mental foram incluídos pela primeira vez durante os Jogos Paraolímpicos de Sidney em 2000, Austrália. O tênis de mesa é praticado em mais de 50 países filiados ao Comitê Paraolímpico Internacional (IPC) e em termos de números de atletas participantes é o quarto esporte, atrás do atletismo, natação e levantamento de peso. Existem duas formas de competição nos Jogos Paraolímpicos: andantes (de pé; classes de 6 a 10) e cadeirantes (sentados; classes de 1 a 5). O evento individual e por equipes, masculino e feminino é incluído no programa.
Atletas com deficiência física e atletas com deficiência mental são elegíveis para competir no tênis de mesa. Competidores com deficiência física incluem atletas com paralisia de membros superiores e/ou inferiores; atletas com paralisia cerebrais ou amputados; e atletas com outras deficiências físicas incluindo espinha bífida, pólio, distrofia muscular, esclerose múltiplas, etc. Atletas com deficiência física competem juntos em classes de 1 a 10 de acordo com suas habilidades funcionais. Por exemplo, um atleta cadeirante com paralisia cerebral poderia competir na mesma classe que um atleta com paralisia da espinha ou com um atleta que é amputado bilateralmente acima do joelho. Todos os atletas com deficiência mental independente do seu grau de deficiência competem juntos na classe 11.
Conheça os atletas desta modalidade.
- Ciclismo
O ciclismo começou na década de 80, quando somente deficientes visuais competiam. A Paraolimpíada de Nova Iorque (1984) marcou por ser a primeira com atletas paralisados cerebrais, amputados e deficientes visuais. Em Seul (1988), o ciclismo de estrada entrou no programa oficial de disputas. A partir de Atlanta (1996), cada tipo de deficiência passou a ser avaliado de forma específica. Nesta competição foram incluídas provas de velódromo. Em Sydney (2000), o handcycling (ciclismo com as mãos) teve provas de exibição.Quase 10 anos depois o Brasil estreou nos Jogos Paraolímpicos, em Barcelona (1992).
Paralisados cerebrais, deficientes visuais, amputados e lesionados medulares (cadeirantes), de ambos os sexos, competem no ciclismo. Existem duas maneiras de ser praticada: individual ou em equipe. As regras seguem as da União Internacional de Ciclismo mas com pequenas alterações relativas à segurança e classificação dos atletas. As bicicletas podem ser de modelos convencionais ou triciclos para paralisados cerebrais, segundo o grau de lesão. O ciclista cego compete em uma bicicleta dupla – conhecida como “tandem” – com um guia no banco da frente dando a direção. Para os cadeirantes, a bicicleta é “pedalada” com as mãos: é o handcycling. As provas são de velódromo, estrada e contra-relógio.
Conheça os atletas desta modalidade.



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