Antes de competir, o atleta com deficiência deve passar por uma avaliação de classificação funcional. O objetivo desta categorização é nivelar os atletas de acordo com suas capacidades, colocando os que possuem deficiências semelhantes em um mesmo grupo.
De acordo com o Movimento Parolímpico Internacional, os atletas podem ser classificados em seis grupos:
- amputados
- paralisados cerebrais
- deficientes visuais
- lesionados na medula espinhal
- deficientes mentais
- les autres (inclui todos os atletas com alguma deficiência de mobilidade e que não se enquadram nos demais grupos)
Cada esporte, porém, possui o seu próprio sistema de classificação, baseado nas habilidades funcionais que mais afetam o desempenho do atleta no esporte em questão.
O atleta recebe um número de acordo com a classe a que ele pertence (geralmente, o número é precedido da letra inicial do esporte em inglês). Para se ter uma idéia das particularidades de cada atleta na competição vamos usar o exemplo de atletas com deficiência visual. Dependendo do grau de comprometimento de sua visão, ele pode competir junto de um atleta-guia, que corre ao se lado amarrado por uma corda.
O mais importante de tudo isso é que essa classificação não é permanente, ou seja, o atleta pode mudar de categoria.
Aqui no Brasil, a classificação dos atletas com deficiência é regida pelo Comitê Paraolímpico Brasileiro. Nosso país tem dezenove modalidades paraolímpicas.
No Instituto Mara Gabrilli, os atletas PPP competem em quatro modalidades. A seguir, você confere a ficha de cada atleta e a classificação de cada um segundo o Comitê Paraolímpico Brasileiro.





